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Síndrome de Wolf-Parkinson-White

Trata-se de uma alteração eletrocardiográfica que consiste em:
1) intervalo PR curto;
2) alargamento do QRS;
3) presença de onda delta.

Na verdade os 3 itens são decorrentes de um único fenômeno que é a ativação de uma porção do ventrículo através de uma via anômala (acessória). Assim o complexo QRS da síndrome de Wolf Parkinson White comporta-se como um complexo de fusão.

A presença da alteração da síndrome de WPW no ECG não obriga a presença de sintomas ou arritmias. Porém é freqüente a ocorrência de episódios de taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos). Da mesma forma existem vias acessórias que não aparecem no ECG convencional (vias anômalas ocultas). Estas apesar de não serem manifestas ao ECG podem ser responsáveis ou participar de arritmias importantes.

A fibrilação atrial em presença de via anômala é uma arritmia grave que pode até levar a parada cardíaca por fibrilação ventricular.

Portadores de arritmias causadas por vias anômalas (sejam manifestas ou ocultas) podem ser tratados clinicamente pelo resto da vida ou ainda tratados através de procedimentos curativos (ablação por catéter).

 


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